O Monstro Que Ela chama
É pelo mosntro que ela grita
Não por mim, não por mim
Por mais que eu quisesse ajudar e confortar
É pelo monstro que ela chama
Pela manha ela me beija e o dia é feliz
Pela manha ela diz que me ama
Durante o dia ela faz meu mundo colorido
Faz meu coração bater ritmado
Mas ao seu mundo de sonho eu não pertenço
Eu não pertenço, nem sempre sou assim
No meio da noite é pelo mostro que ela chama
Não por mim, faço tudo por ela
Mas, eu não sou assim
As marcas em mim. toda força e vigor
O odor, os gritos, o suor e a dor
Sem um nome para chamar
Ela me sacode e me tira da cama
E no fim de tudo, é pelo monstro que ela chama!
(Jeison C. Barbosa e Natalia Arruda - Out - 2010)

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